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  • 03 junho 2017

    Amor Não Olha Idade - Capitulo 14


    Pov | Bella

    —Alice que bom que você veio.

    Disse a abraçando ela fez o mesmo, retribuindo meu abraço.

    —Achei que você não fosse vir.

    —Eu fiquei em duvida se eu deveria ou não vir afinal não queria me misturar com esses seus amiguinhos, mas eu senti que você estava precisando de mim então...

    A abracei mais forte como alguém com quem eu mal falava me conhecia tão bem.

    —Parece que eu mais uma vez estava certa. Quer me contar o que aconteceu?

    —Não.

    —Tudo bem não irei insistir vem aqui comigo eu tenho algo para te mostrar.

    Olhei para ela sem entender o que ela queria dizer com aquilo, ela puxou minha mão e me levou para a sacada onde minutos atrás eu estive com meu tio.

    —Eu trouxe pra você, quando eu soube que você estava convidando também os pais dos seus amigos logo consegui juntar as peças e descobrir o porque desse convite estendido, então trouxe isso para ajuda-lá no plano de seduzir o cullen bonitão.

    Ela me mostrou uma garrafinha.

    —Isso não é o que eu estou pensando é?

    Perguntei nervosa, ela não estava sugerindo mesmo que eu bebesse estava.

    —Bella sei que você está muito triste e isso vai ajuda-lá a ficar mais alegre.

    —Alice eu não bebo.

    —Tudo tem uma primeira vez.

    Afirmou ela.

    —Melhor não.

    Não queria ficar bêbada logo no meu aniversário e seria pior ainda se eu pagasse mico.

    —Eu sei que é isso que você precisa, confia em mim, você nem precisa beber muito, eu vou pegar um copo de suco e você mistura você nem vai sentir o gosto da bebida.

    Foi eu apenas eu considerar que ela deu um gritinho e sai de perto de mim, da sacada percebi ela caminha pelo salão em direção ao bar.

    Sabia que a parti daquele momento eu não conseguiria negar mas, meus olhos sem que eu permitisse se encaminharam para a mesa onde o Edward estava, ele me olhou e me deu um sorriso torto, retribui com um tímido aceno, de onde eu estava quem estava em no salão não podia me ver, as únicas pessoas que poderia me ver seria ele e a mulher dele caso ela se vira-se para onde eu estava, senti meia enjoada ao pensar que a mulher dele estava ali com ele enquanto ele estava sorrindo pra mim, me virei e olhei para a bela vista da sacada me permitia.

    Sentia alguém tocar meu ombro, me virei era a Alice.

    —Toma você vai se sentir melhor.

    Sem pensar muito nas consequências peguei o copo da mão dela e sorvi a maior parte do liquido me engasgando logo em seguida, o liquido fez minha garganta arder.

    —Está tudo bem, uma reação já era de se espera já que você nunca bebeu.

    Ela disse enquanto dava tapinhas na minhas costas.

    —Não sinto diferença nenhuma.

    Eu disse depois de felizmente conseguir me desengasgar.

    —Não é automático, vamos dançar que daqui a pouco faz efeito e você vai ver o quanto e bom.

    Revirei os olhos pra ela mas me deixei ser conduzida até a pista de dança.



    [...]



    Eu sentia a Camilla me olhando de um forma nada legal, provavelmente estava irritada por eu estar dançando com a Alice e não com ela.

    —Já volto.

    Sussurrei para a Alice.

    Caminhei onde a Camilla estava junto com outras meninas da nossa classe.

    —Bella eu quero que aquela garota vá embora.

    Ela disse com autoridade, vim as duas meninas, Larrisa e Dani, se afastarem de nós duas nos dando privacidade.

    —Por que?

    Perguntei.

    —Eu não gosto dela.

    A resposta foi direta, revirei os olhos.

    —Mas eu gosto, e meu aniversário e eu a quero aqui.

    —Mas eu não quero, e se você não mandar ela ir embora eu que vou.

    Não gostei do tom de voz dela, parecia que o tal efeito estava se fazendo presente e eu senti uma leve vontade de mandar a Camilla ir se fuder, mas me controlei.

    —Eu não vou mandar ela ir embora.

    Dei as costas para a Camilla e voltei para onde eu estava, com a Alice.

    Continuamos a dançar o Mike veio e começou a dançar comigo eu percebia que os meninos tratavam a Alice bem já os meninos.

    Fui até o bar e pedir mais um copo de suco e voltei a sacada onde eu e a Alice tínhamos escondido a garrafinha e voltei a mistura dessa vez colocando uma maior quantidade de algo.



    [...]

    Eu sentia minha cabeça gira não entendia o que estava acontecendo.

    —Ou onde você está indo?

    Olhei pra trás vendo o Edward ali, ele estava tão bonito.

    Continuei andando a praia devia ser ali perto.

    Senti meu pés fraquejarem e me vi indo ao encontro do chão.

    —Ou.

    Ele disse enquanto me segurava impedindo que eu caísse.

    —Edward por que estamos rodando?

    Perguntei.

    —Você bebeu?

    Ele perguntou revirei os olhos rindo ele estava se movendo de um lado para o outro muito rápido.

    —Fica quieto Edward.

    Segurei o rosto tentando mante-ló parado.

    —Você bebeu.

    Já não soava mais como uma pergunta.

    —Onde você estava indo?

    —Na praia.

    Respondi, me livrei dos braços dele e voltei a caminhar.

    —Que praia?

    Ele segurou meu braço é eu quase cai pra trás.

    —A praia é aqui perto.

    —Não é não...

    —É sim.

    Ele revirou os olhos ele ficava tão bonito fazendo isso.

    —E seu Aniversário?

    —Não quero ficar mais lá.

    Respondi voltando a caminhar, quando eu tinha alcançado uma boa distancia dele ouvi ele me chamar, mas ignorei não queria que ele me convencesse a voltar lá pra dentro.

    [...]

    Depois de alguns minutos de caminhada eu realmente cheguei ao meu destino,  minha cabeça tinha parado de gira mas eu sentia meu estomago embrulhado.

    Me sentei na areia, olhei meus pés e reparei que eu estava descalça eu simplesmente não fazia ideia de onde estavam meus sapatos.

    —Você está bem?

    Eu sentia meus olhos arderem eu queria chora, mas não o faria na frente dele.

    —Sim.

    Minha voz não transmitia nem um pingo de verdade, mas eu não liguei.

    —Na verdade não, eu não estou nada bem, eu estou com raiva muita raiva.
    Ele me olhou sem entender.

    —O que te causou tanta raiva?
    Revirei os olhos falar dela me deixaria mais chateada, mas eu necessitava desabafar.

    —Minha mãe.
    Disse.

    Ele deu um suspiro e veio se sentar do meu lado, apoiei minha cabeça no ombro dele, ele me puxou me colocando quase no colo dele e prendeu os braços em torno de mim, e depois de muito tempo com aquele gesto eu me senti inteira.

    —O que aconteceu com sua mãe?
    Ele perguntou, me apertando mais em seus braços.

    —Ela simplesmente não veio ao meu aniversário. Há muito tempo eu já não tenho um pai e agora eu percebo que nem minha mãe se importa comigo.
    Ele depositou um beijo na minha cabeça.

    —Não fale assim, eu tenho certeza de que aconteceu alguma coisa para seus pais não estarem aqui hoje.

    —Dane-se que alguém iria morrer se ela saísse do hospital para vir ao meu aniversário,  eu não ligo eu só queria que por uma única vez ela me coloca-se na frente daquelas merdas dos pacientes delas.

    —Viu, teve um motivo eu posso apostar que sua mãe te ama muito e que ela realmente queria muito ter vindo.

    Ri dele e me soltei dos braços dele me levantando em seguida, eu não queria alguém que a ficasse defendendo perto de mim, não agora talvez quando eu estivesse sóbria, mas agora não.  Caminhei chegando mais perto da água.

    —Ninguém me ama de verdade Edward, eu que fui tola e percebi isso só agora.
    Talvez meu tio Jake me amasse, mas eu não tinha mas certeza disso, eu não tinha certeza de nada.

    —Eu amo você.

    —Ama tanto que nem deixa eu tocar em você.
    Fugi quando ele tentou me abraçar de novo.

    A água molhando meus pés era algo divertido.

    —A água está gelada.
    Não entendi se era uma afirmação ou uma pergunta, mas optei por responder mesmo sabendo que ele estava fugindo do que eu tinha dito antes.

    —Não acho que irei ter uma hipotermia se eu me molhar.

    —Eu tenho que voltar.

    —Volta, não estou te segurando.
    Fingi não me importar, mas com certeza eu iria ficar pior se ele me deixasse ali sozinha.

    —Você pode vir aqui por favor, não gosto de falar com as pessoas quando ela estão de costas pra mim, e eu não quero molhar meu pé.

    —Vai embora me deixa quieta aqui.

    —Não irei deixar você sozinha aqui.

    —Por que não, está com medo de que eu faça alguma loucura?
    Perguntei.

    —Como assim?
    Virei pra ele, ele tinha uma expressão incrédula no rosto.

    —Sei lá tipo nadar até o ponto mais fundo que eu conseguir e depois simplesmente deixar o mar fazer o seu trabalho.

    —Eu nem tinha considerado essa hipótese, agora você me deixou mais irritado ainda.

    —Por que você se importa?

    —Eu já disse que te amo, acho que isso e motivo suficiente.

    —Se me ama como você diz então me dar um beijo.

    —Um beijo não prova amor a ninguém.

    —Mas serve pra mostra.
    Ele revirou os olhos.

    —Não irei discutir com você, principalmente levando em consideração que você não sabe o que está fazendo.

    Bufei e me permitir deitar na areia seca.

    —Vamos temos que voltar a sua festa.

    —Eu não vou voltar, mas pode ir se quiser.
    Ele respirou fundo, ele estava irritado, era estranho que em tão pouco tempo eu conhecesse tanto dele a ponto de saber que ele estava irritado só pelo jeito em que ele se comportava.

    —Eu não irei deixa-lá aqui sozinha.
    Afirmou o mesmo.

    Revirei os olhos sem dá muita importância para o que ele. Levantei meu braço fazendo com que a luz da lua refletisse sobre o pingente da minha pulseira, eu estava encantada com o presente dele, senti ele se aproximar de mim, sentando do meu lado.

    —Não acredito que está me fazendo sentar no chão de uma praia publica.
    Me controlei para não ri, não queria demonstrar que estava dando atenção a ele, afinal ele também tinha me magoado ao recusar me beijar, então eu só queria que ele fosse embora, eu queria ficar sozinha.

    —Isabella.
    Continuei olhando para minha pulseira admirando-a.
    Senti ele pegando meu braço, tocando exatamente no lugar onde se encontrava minha pulseira, com muita delicadeza ele segurou somente o pingente.

    —Sabe isso era da minha bisavó.
    Foi impossível não virar pra ele, eu não acreditava que fosse realmente verdade.

    —Tá de brincadeira, né.
    Ele balançou a cabeça sorrindo torto.

    —E verdade ninguém sabe que esse pingente estava comigo, meu avó me deu ele quando eu fiz dezoito anos, foi exatos dois anos depois que minha avó morreu. Ele me direcionou um sorriso torto encantador me controlei para não retribui, apoiei na areia e levantei, ficando sentada de frente pra ele.

    —Ele disse que eu saberia exatamente pra que dá,

    —Isso é mentira. Me ajoelhei na areia, pra ficar na altura dele, eu gostava de olhar dentro dos olhos dele.

    —Não é, depois irei ver se acho uma foto da minha avó com ele,  ela usava esse pingente como coloca, mas achei que em você ficaria melhor como pulseira.

    Aquela revelação simplesmente me desarmou, eu não sabia se aquilo era o que eu achava, eu podia está apenas me equivocando, mas preferir não pensar naquilo pelo menos não naquele momento.

    Me aproximei dele levando a mão a bela gravata que ele tinha em volta do pescoço, quando toquei no nó que a prendia, ele me olhou com os olhos desconfiados, mas não me impediu de prosseguir, com uma habilidade que até então eu desconhecia eu conseguir soltar o nó. Com a gravata em mão coloquei ela em volta do meu pescoço. Voltei a camisa dele e abri dois dos primeiros botões, tudo através dos olhos atentos dele.

    —Você fica melhor assim.
    Eu disse, sem tira as mãos do peito dele, afinal eu podia me aproveitar um pouquinho, ele apenas deu uma gargalhada do que eu falei, subi as mãos pelo corpo dele com calma, mesmo por cima da camisa eu podia sentir os músculos dele firmes sob a camisa, com muita calma pela primeira vez pude sentir os cabelos dele entre meus dedos, a textura extremamente macia, senti-me tentada a me aproximar e sentir o cheiro, mas me contive sabia que se eu fizesse isso eu acabaria por fazer-ló se afastar.

    —Isso é bom.
    Ele disse, diminuir ainda mais a velocidade da caricia queria provoca-ló. Me animava o fato de que nem por um segundo ele perdi meu olha, parecia que assim ele conseguia ver minha alma.

    Minha decisão já estava a muito tomada, rapidamente, para não dá há ele a chance de escapatória, grudei meus lábios aos dele, senti a mão dele indo para minha cintura para me afastar, mas me mantive firme e permanecia beijando, mesmo que ele não tivesse correspondendo, para me afastar ele precisaria de um pouco mas de força do que a que ele estava usando, mas eu sentia que ele queria aquilo tanto quanto eu. Depois de alguns segundos eu percebi que ele não iria me afastar mas também não iria corresponder, me afastei de maneira brusca levantei sem dá a chance dele dizer qualquer coisa e comecei a andar rápido me afastando dele, eu me sentia mal pela rejeição, não só por ter sido rejeitada, mas por ter sido rejeitada por ele. Eu estava perdida e só tinha me dado conta agora, eu estava mais do que apaixonada eu não saberia descrever o que eu sentia, ouvi ele me chamar fazia aumentar os passos eu não sabia o que fazer, nem pra onde ir, eu só queria ficar sozinha.
    Senti meu braço sendo puxada, ele tinha me alcançado, ele me puxou pra ele fazendo com que eu ficasse presa nos braços dele.

    —Calma Isabella.

    —Me larga Edward.
    Eu disse me debatendo, eu não queria que ele me visse chorando, eu não queria que ele me visse mas, eu não tinha condições de ser"amiga" dele, não enquanto houvesse um sentimento tão forte dentro de mim.

    —Espera você não pode sair assim.

    —Me larga.
    Disse mais alto, eu estava beirando a estéria, as lágrimas lavavam meu rosto.

    —Só me escuta depois se você ainda quiser parti eu prometo que eu não irei impedir.

    —Por favor Edward, me solta.
    Implorei.

    —Não eu não vou te soltar. Isabella eu te amo.
    Meu coração parou ao ouvir isso.

    —Eu sei que você acha que não, mas se nesse momento eu tenha certeza de alguma coisa é disso. Mas eu não posso, simplesmente não dá, você tem quatorze anos eu sequer deveria estar te dizendo essa coisas.

    —Eu tenho quinze.
    Corrigir, eu não sabia como lidar com a declaração dele.

    —Grande diferença, quinze anos que você acabou de completar, você é só uma criança e eu tenho idade pra ser seu avó isso não é certo eu simplesmente não posso me envolver com você dá forma que você quer.

    Senti um soluço romper meu peito, ele tinha dito aquilo tudo só pra me dá um fora no final.

    —Me solto.

    Usei o máximo de força que eu tinha para tentar afasta-ló, mas foi em vão ele era bem mais forte do que eu.

    —Isabella só entenda eu não posso.

    —Edward entenda que eu quero que você me largue.

    —Isabella eu sei que você não quer que eu te solte.

    —Sabe mas você já deixou claro que não vai me dá o que eu quero, então por favor me deixa ir embora.

    —Meu Deus por que você tem que ser assim.

    Antes que eu me desse conta ele estava me beijando, nosso "primeiro" beijo foi algo intenso, o gosto da boca dele era algo extremamente viciante, não poderia dizer quanto tempo ficamos nos beijando, mas quando nos separamos ambos estávamos ofegantes.

    Antes que ele pudesse se arrepender do que fez e me afastar eu voltei a beija-ló e ele me surpreendendo retribui o beijo, esse diferente do anterior era mais calmo, mas leve igualmente apaixonado. Eu tive que me afastar em busca de ar, ele ainda me deu alguns selinhos antes de se afastar por completo.

    —Você me faz perder completamente a cabeça.
    Eu senti minhas bochechas esquentarem, aquela era uma péssima hora para corar.

    Ele riu e levou uma das mãos ao meu rosto.

    —Que tal voltarmos a festa?

    Senti meu rosto fechar novamente.

    —Eu não vou voltar aquela festa.
    Afirmei com convicção, senti meu estomago embrulhando tentei ignorar, não queria vomitar na frente dele.

    —Isabella.

    —Bella.
    Corrigir eu não queria que ele ficasse me chamando de Isabella parecia que estava brigando comigo.

    —Por favor.

    —Já disse que não.

    —Então posso levar você em casa.
    Revirei os olhos, minha casa era o último lugar pra ir.

    —Eu não vou pra casa, pelo menos não hoje.

    —Isabella por favor.

    —Eu quero e preciso ficar sozinha e nem naquela festa e nem na minha casa eu vou conseguir isso, então você pode ir eu vou ficar bem, já me acostumei a ficar sozinha.

    Eu sabia que ele deveria está querendo voltar por causa da Tanya e da Camilla, pela primeira vez na noite eu me senti culpada pelo beijo, mas respirei fundo e tirei esse pensamento da cabeça afinal eu não precisava de mais um motivo para enlouquecer, voltei a sentar na areia eu estava sentindo tudo rodando e não sabia quanto mais eu iria conseguir me manter de pé.

    —Você pode ter se acostumado isso antes de mim, agora eu estou na sua vida e farei o que eu puder para nunca mais te deixar sozinha.
    Sorri pra ele era bom ouvir aquilo e de certa forma me dava esperança, mas eu não conseguia ficar cem por cento feliz afinal se nem minha mãe seguia essa regra por que ele se sentiria na obrigação de seguir.

    —Você é engraçado Edward.

    —Já vi que não dá pra conversa com você hoje.
    Ri dele, eu estava com uma estranha sede queria mais um pouco daquela bebida que a Alice tinha me dado.

    —Vem vamos comigo.

    —Aonde?
    Perguntei sem fazer nenhum movimento para levantar.

    —Eu vou te levar a um lugar onde você poderá ficar sozinha, mas em segurança.
    Olhei pra ele desconfiada.

    —Você não vai me leva de volta à festa e nem à minha casa, certo?

    —Eu prometo.
    Ele estendeu a mão e eu peguei.

    [...]

    Eu não conseguia me recordar completamente de como eu tinha conseguido chegar ao carro dele, eu ainda sentia minha cabeça rodando, mas pelo menos o enjoo tinha parado, olhei pra janela do carro notando que eu não fazia a minima ideia de onde estávamos.

    —Acordou?
    Olhei pra ele envergonhada.

    —Onde estamos?

    —Já estamos chegando.

    —Aonde?

    —No meu apartamento.

    —Apartamento? Perguntei confusa.

    —Eu usava esse apartamento quando eu era solteiro, nunca consegui me desfazer dele.
    Eu estava me sentindo muito mal para continuar o assunto.

    [...]

    Eu quase corri para fora do carro assim que ele parou, fui para canto onde tinha uma lixeira e vomitei eu já não aquentava mais segurar. Senti ele se aproximando por trás, reconheci pelo sapato, ele segurou meu cabelo evitando que o mesmo tivesse contado com o vômito.
    Assim que minha sessão de vômito acabou, ele me deu um lenço permitindo que eu limpasse a boca.

    —Está melhor.

    Balancei a cabeça negando.

    —O nome disso e ressaca quem mandou beber. Vem vou te ajudar.

    Ele me estava praticamente me carregando, eu estava apoiando-me completamente sobre ele. Passamos pela portaria do hotel e um homem, julguei ser o porteiro, cumprimentou o Edward o que ele simplesmente ignorou, até pensei em fazer qualquer comentário, mas meu estado me impediu. Ao notar que teríamos que usar o elevador me apavorei, aquilo iria piorar meu estado.

    [Cont...]
    Notas Finais/Avisos
    Espero que tenham gostado, o próximo e Pov Edward. Comentários? Recomendações?
    16/05
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