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  • 03 junho 2017

    Amor Não Olha Idade - Capitulo 21


    Edward Cullen

    Eu ainda não conseguia acreditar que ela tinha sido ingênua a ponto de não percebe que o tio dela estava a levando para a médica dela, e pior de não ter conseguido criar uma história para “enganá-lo”, não seria a primeira vez que ela faria isso. Eu reconhecia que talvez, só talvez ela tenha deixado ele descobri. Ela já estava cansada de se esconder, de ter que ficar mentindo e eu sabia disso, mas não podia fazer nada para reparar aquela situação, não ainda.

    Eu tinha acabado de pousar em solo americano e estava indo direto para meu julgamento, porque era assim que eu via esse encontro, um julgamento, porque a parti dele minha vida seria decidida. Eu já tinha marcado com o tal tio dela para as duas da tarde uma hora depois que meu vôo estava marcado para chega, eu contava com os contratempos comuns em um vôo e queria que esse encontro fosse assim que eu chegasse, seria melhor encara logo e ver o que aquilo daria, eu já possuía todas as respostas do que eu considerei serem perguntas que ele faria, mas ainda sim era impossível conter meu nervosismo. Se ele tivesse um pouco de auto-proteção com ela, ele quebraria minha cara ou me denunciaria eu mesmo na maioria das vezes sentia vontade de fazer isso por tudo que eu a fazia passar, mas eu realmente não podia fazer o que eu sabia que era certo, eu não tinha forças pra ficar longe dela essa era a droga da realidade, eu parecia está viciado, minha droga exclusiva, todo dia eu precisava da minha dose dela. Porque aquilo não podia ser amor, amor devia ser uma coisa leve, fácil e nosso relacionamento não tinha nada de leve muito menos fácil.
    Cheguei ao restaurante com bons minutos de antecedência, peguei meu telefone e mandei uma mensagem pra ela, eu precisava saber como estava às coisas, como ela estava. Sabia que ela não tinha ficado nada satisfeita com a proibição da presença dela hoje.

    “Oi.” Só mandaria o resto quando ela me respondesse, a resposta foi quase imediata.

    “Não quero falar com você. Estou chateada.” Sim como eu imaginava nada contente por ter sido privada de está aqui, antes que eu conseguisse termina de digitar uma mensagem outra chegou:

    “Você já chegou, meu tio não vai gostar de ter que fica te esperando.”

    Ri, eu era um homem de negocio, pra minha profissão pontualidade era algo essencial então eu raramente me atrasava pra um compromisso.

    “Não ainda, estou embarcando agora.” Brinquei.

    Eu podia imaginar a cara de desespero dela diante da mensagem.

    “Você está falando serio?”

    “Não, eu estou aqui já na espera do seu tio.”

    “Ai você quase me matou de susto, e muito bom que você esteja ai, porque eu não conseguiria fazer meu tio te dá uma terceira chance.” Ri diante da mensagem dela, ele já tinha me dado uma primeira pra já estarmos falando de uma terceira.

    “Com você está?” Perguntei mudando de assunto.

    “Bem, mas eu queria está ai, e feio falar das pessoas pelas costas.” Foi impossível conter minha risada.

    “Ficaremos quites, porque pelo que eu sei passou boa horas falando de mim sem que eu estivesse presente.” Lembrei, em tom de brincadeira.

    “Sem graça.”

    “Como eu vou saber quem e seu tio?” Perguntei, não tinha pensado nisso até aquele momento, eu estava literalmente esperando um desconhecido, parecia àqueles encontros as escuras.

    “Espera vou te mandar uma foto dele.”
    Aquela era uma melhor maneira do que se tivéssemos combinado por cor de roupa. Alguns minutos depois a foto chegou, ele não tinha nada a ver com ela, a pele bronzeado, altura, os olhos nada dele lembrava ela.

    “Ele não se parece nada com você.”

    “Eu puxei o Charlie.” O pai dela, eu sabia como era difícil ela falar dele.
    Eu estava distraído pensando na minha próxima mensagem a ela quando ele parou na minha frente, eu sabia quem era ele, tinha acabado de ver uma foto dele alguns pouquíssimos instantes atrás.

    —Oi.
    Respirei fundo antes de me levantar e cumprimentá-lo.

    —Oi.
    Ele se sentou na cadeira a minha frente e me olhou fixamente, eu não sabia por onde começar, então fui pelo caminho mais calma e oferecia uma bebida a ele.

    —Quer bebe algo? —Perguntei, fazendo sinal para um garçom que nos olhava de longe.

    —Não prefiro ir direto ao ponto. —Ele parecia estar tão tenso quanto eu, assenti com a cabeça e o garçom que eu tinha chamado apareceu.

    —Em que posso ajudá-los?

    —Mais um uísque.
    Ele anotou e se afastou sem mais nada.

    —O que você quer saber que ela já não tenha te contado? —Perguntei tentando não parecer grosso ou algo assim, afinal eu estava buscando a aprovação dele, mas pelo olhar que ele destinou a mim ficou claro que eu tinha falhado.

    —O que eu quero saber que ela já não tenha me contato? —Ele refez minha pergunta. —Que tal você me conta o que passa na sua cabeça para se aproveitar de uma menina de quartoze anos.

    —Eu nunca me aproveitei dela.

    —Ata, eu acredito.
    Respirei fundo antes de começar.

    —Olha eu sei que foi errado o que eu ter me interessado por ela quando ela tinha apenas quatorze anos, mas não foi dá forma que você está pensando eu só me apaixonei por ela e relutei muito para ceder ao que eu sentia, mas só aconteceu e eu não consegui fugir do que eu sentia, do que nos sentíamos.

    —Se apaixonou? —Ele parecia incrédulo com a minha afirmação, serio que era tão difícil assim acreditar que eu me apaixonei por ela.

    —Sim, e ela também se apaixonou por mim, mas eu sempre a tratei com respeito nunca foi pelo sexo.

    — Só Deus poderia saber o quanto eu lutei contra meu desejo para manter daquele jeito, sem nunca ultrapassar o limite que eu mesmo tinha imposto.

    —Eu realmente não sei o que fazer. —Ele parecia desesperado.

    —Eu te entendo. —Eu realmente o entendia. —Eu tenho uma filha que tem quase a idade dela e eu não sei o que eu faria se eu tivesse na situação que você se encontra agora.

    —Você realmente gosta dela?

    —Sim, muito.

    —Se você gosta dela como diz por que não a assumi, porque colocar ela nessa situação ridícula de amante?

    Respirei fundo, eu estava me esforçando pra mudar aquilo e já tinha quase tudo pronto se tudo saísse como eu previa, eu conseguiria que a Tanya assinasse os papeis e depois eu poderia ficar com ela, não poderia assumir nada enquanto ela não fosse maior de idade, mas ela pelo menos não seria mais minha amante.

    —Eu não estou mais com a minha esposa, nos já nos separamos só estou tendo umas complicações com os papeis. — Eu não estava mentindo, eu não morava mais com a Tanya, não existia nada físico entre nos dois a um bom tempo. Mas a Tanya não queria assinar os papeis e eu não queria parti para um divorcio litigioso.

    —Eu não acredito em você.

    —Pode acreditar só digitar meu nome em um mecanismo de busca, alguns sites já noticiaram meu divorcio, só que eu e a Tanya temos bens em comum e esse processo e um pouco mais complicado.

    —Aquilo era mentira, os papeis estavam prontos, mas a Tanya estava complicando as coisas e nem tinha lido os papeis do divorcio, ela simplesmente rasgou as copias assim que eu entreguei a ela,  eu tinha certeza que ela complicaria bem mais quando descobrisse que ela tinha me “vendido” todos os bens que um dia me pertenceram e que eu tive que colocar no nome dela por questões jurídicas , ela sempre me chantageava com isso, mas agora era ela que sairia desse casamento da mesma forma que entrou, sem nada a mais. —Eu amo sua sobrinha eu realmente quero ela como minha mulher, mas eu sei que a idade dela não permite isso e estou disposto a espera assim como ela esperou por mim.

    —Olha SE eu concorda com isso, eu quero que as coisas continuem da forma que está, você vai espera que ela seja maior de idade para ter algo com ela. —Eu não precisava que ele dissesse que se referia à parte física do nosso relacionamento pra que eu pudesse entender.

    —Eu posso lidar com isso. —Mas um ano, esse ano seria bem mais difícil do que o primeiro porque alem da nossa intimidade ser maior, tinha o fator de que eu não teria mais uma esposa pra “me aliviar” nos momentos de maior tensão.

    —E outra coisa não ache que eu concordo com sua atitude, mas eu quero a felicidade da minha princesa, ela já sofreu de mais e eu não quero contribuir pra piorar as coisas pra ela, eu pude percebe o quanto você é importante, mas se você a magoa eu juro que acabo com você.
    Eu não precisava que ele me ameaçasse, eu tinha certeza de que se um dia eu viesse a machuca - lá eu sofreria muito mais do que ela...
    Notas Finais/Avisos
    E ai? Gostaram? Comentem me deixem saber o que vocês acharam. Recomendações? Favoritos? Estamos nos aproximando do meio da fanfic e eu como disse mais cedo no facebook eu pretendo termina algumas das minhas fanfics ainda esse ano, então estou tentando me fazer mais presente e mais constante. Eu queria pedir a vocês que gostam da história para compartilhá-la com amigos, convida-lós a lerem. Então e isso. Volto em breve. Obrigada pelos comentários no capitulo anteriores. Ps. Me acompanhe nas minhas redes sociais: • Facebook: https://www.facebook.com/MorganaFanfics/ • Twitter: https://twitter.com/MorganaSOficial • Grupo: https://www.facebook.com/groups/MorganaSalvatoreFanfics/
    16/05
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