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  • 11 julho 2017

    Amor Não Olha Idade - Capitulo 22


    Isabella Swan

    Eu não aquentava mais aquela espera, já ia fazer duas horas desde que meu tio tinha saído para encontrá-lo e até agora nada, o Edward não atendia e eu sentia cada vez mais o medo de que eles tivessem se matado.

    Joguei-me no sofá com o telefone na mão pronta pra tentar falar com meu tio agora e se ele não me atendesse ai sim eu começaria a me preocupar, assim que sentei ouvi a porta sendo destrancada e me levantei pronta para cerca meu tio em busca de cada detalhe, mas era a minha mãe. Estranhei o fato de ela estar ali naquela hora, ela quase nunca estava em casa, principalmente na parte do dia. Eu podia considerar aquilo algo próximo a um milagre.

    —Oi. —Balancei a cabeça diante do cumprimento dela e voltei a me sentar no sofá digitando os números do celular do meu tio, assim que coloquei pra chamar coloquei o telefone no ouvido. Mesmo que minha atenção estivesse toda voltada ao telefone eu pude perceber ela guardando a chave no lugar e deixando o jaleco dela sobre o braço do sofá no qual eu estava sentada. O telefone chamou várias vezes e quando eu estava perto de desistir ele atendeu:

    “O que foi?” Ele estava estranho ele nunca me atendia dessa forma eu sabia que ele estava chateado por eu te escondido dele, mas o que eu podia fazer eu não podia contar a ele antes.

    Respirei fundo e busquei calmamente o que falar minha mãe diferente de sempre parecia estar prestando atenção em mim e não queria ter que me encrencar mais porque com ela as coisas seriam diferentes, isso eu podia apostar.

    “Como foi as coisas?“ Ele levou bem mais tempo pra me responder do que era necessário.

    “Seu namorado ainda não te contou?” Ele ter chamado o Edward de namorado só podia significar uma coisa boa.

    “Ele não me atende, vocês ainda estão juntos?” Percebi minha mãe se sentar na minha frente e me encarar, ela não sabia que prestar atenção na conversa dos outros era falta de educação, revirei os olhos pra ela e fingi ignorá-la focando meus olhos em um ponto qualquer em cima da porta.

    “Não.” Eu podia entender que por ele não está prolongando muito o assunto que ele estava bravo comigo, mas eu me entenderia com ele depois. Em uma hora que eu não tivesse platéia.

    “Foi tudo bem?” Perguntei apreensiva a atitude dele comigo era estranha o que tinha acontecido pra que ele ficasse assim.

    “Sim” Eu não queria respostas monossilábicas eu queria detalhes dele porque sabia que o Edward não me contaria nada. “Eu e você vamos conversa pessoalmente sobre tudo, mas depois. Agora eu estou ocupado e preciso desligar.” E antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ou até mesmo me despedir ele desligou me deixando mais nervosa do que quando ele saiu para conversa com o Edward.

    —Posso falar com você agora? —Ela perguntou assim que eu desliguei o telefone.

    —Fala.

    —Eu pensei que seria bom você fazer um estagio no hospital.
    Fiquei sem entender onde ela queria chegar com aquilo, que história mais sem pé nem cabeça, desde quando ela achava que eu seguiria os passos dela.

    —Eu não vou seguir medicina. —Afirmei eu podia não saber o que fazer, mas medicina com certeza não seria.

    —Ok não estou falando pra você seguir, mas acho bom você conhecer mais o seu patrimônio.

    —Obrigada mais não.

    —Isabella eu não estou pedindo você anda ficando com muito tempo livre.
    Respirei fundo, só agora que ela tinha percebido que eu ficava muito tempo sem fazer nada.

    —Olha obrigada, mas é impressão sua eu faço os cursos que você exige e tem também os treinos não tenho tempo pra mais nada. —O que eu podia fazer além de menti, os cursos sim eu continuava fazendo, mas eu tinha parado de animar torcida por que o Edward tinha pedido ele tinha ficado com ciúmes e juntos, mais ele do que eu, tínhamos decidido que seria melhor eu para. Eu não ia aceitar que o ciúmes dele interferisse no que eu gostava, mas ele me convenceu de que  podíamos usar o tempo que eu não estaria mais treinando pra ficar juntos. Mas minha mãe não precisava saber disso.

    —Isabella.

    —Renée eu já falei não quero fazer estagio nenhum então, por favor. —Não esperei que ela disse-se mais nada e me levantei e comecei a caminhar para o meu quarto, tudo o que eu não precisava era que ela inventasse de que eu seguiria os passos dela e querer me trancafiar dentro daquele hospital ela só podia estar ficando louca de se quer considerar isso. Antes que eu entrasse no meu quarto a ouvi falando:

    —Não acabamos aqui Isabella.
    Eu tinha um ódio quando ela me chamava de Isabella e eu sabia que não adiantava nada ficar retrucando ela continuaria me chamando pelo meu nome completo.

    ...

    Eu queria muito ir encontrar o Edward, mas minha mãe nem apresentava sinais de que iria sair de casa eu tinha me acostumado a ficar sozinha e era horrível ter ela ali impedindo minha saída porque ela logo naquele dia tinha que resolver trabalhar em casa.

    —Fale o que está te incomodando Isabella?
    Revirei os olhos o que eu poderia falar, olha Renée eu preciso que você vá para o seu lugar favorito e me deixe em paz pra que eu possa encontrar meu amor.

    —Nada.
    Voltei minha atenção à tela da televisão, meu celular vibrou na minha mão e desbloqueei a tela, era o Edward era uma mensagem de texto perguntando se eu iria ou não passar a noite com ele. Olhei pra mim mãe buscando qualquer indicio de que ela fosse sair em breve, mas nada ela continuava concentrada nos papeis que lia, “minha mãe ainda está em casa se ela sair eu te aviso.”

    —Você ainda vai trabalhar? —Perguntei não conseguindo me conter.

    —Porque você quer saber? —Ela perguntou me olhando seriamente o que eu não precisava era que ela começasse a desconfiar de algo e começasse a me cerca.

    —Nada só pra saber mesmo você nunca fica em casa. —Tentei jogar a culpa nela ela revirou os olhos e voltou sua atenção para os papeis, eu não entendia como ela não sentia culpa. Se eu fosse ela eu sentiria culpa de abandonar minha filha. Fixei meus olhos no livro controlando algumas teimosas lagrimas que queriam escorrer pelo meu rosto, mas eu iria conseguir me conter eu tinha prometido que jamais choraria por causa dela, eu tinha prometido e iria cumprir.

    ...

    A presença dela ali me fazia mal, tinha um tempo, há muito tempo mesmo, eu torcia pra que ela ficasse em casa, pra que ela cozinhasse pra mim, que ela ficasse de olho em cada movimento meu. Mas hoje essas coisas me deixavam com uma sensação muito ruim, eu estava com um bolo na garganta que nem me permitia apreciar a comida que ela tinha feito, porque por pior mãe que ela fosse ela cozinhava muito bem.

    —E ai, eu ainda sei cozinha? —Ela perguntou me direcionando um sorriso que parecia sincero.

    —Está bom.

    A sinceridade passou longe o que eu tinha provado da comida tinha sido pouco e simplesmente não fui capaz de sentir muito o gosto, mas o cheiro de quando ela estava cozinhando estava muito bom.

    —Você está tão calada.

    —Estou cansada acho que vou dormi. —Afastei o prato e me levantei.

    —E parece que eu desaprendi. —Ela disse assim que viu que eu não comeria a comida toda.
    Caminhei a passos largos até meu quarto, entrei no ambiente acolhedor e tranquei a porta atrás de mim uma lagrima traidora escorrei pelo meu rosto e eu enxuguei rapidamente eu não trairia minha promessa.

    Caminhei até minha mesa de cabeceira onde meu telefone estava peguei e deitei na minha cama e coloquei pra chamar o numero dele, eu precisava me distrair tirar ela fazendo o papel da mamãe da minha cabeça porque se não eu me machucaria de novo, era sempre assim eu já tinha aprendido minha lição.

    Ele atendeu o celular no primeiro toque:
    —Você está vindo? —Foi a primeira coisa que ele disse.

    —Não minha mãe está em casa e não está apresentando sinal de que vai sair.

    —Hum que pena queria comemorar com você que seu tio aceitou a gente junto.
    Eu o entendia, eu mesma queria isso.

    —Hum.

    —Que foi? Sua voz está triste.

    —Nada. —Menti, não adiantava falar com ele sobre ela, ele sempre arrumava um jeito de defendê-la e tudo que eu não precisava era de alguém arrumando desculpas sobre as atitudes dela. —Você pode ficar falando comigo até que eu durma. —Pedi, se eu ficasse sozinha era bem possível que eu caísse no choro a qualquer momento.

    —O que foi amor? —Ele perguntou dessa vez eu podia perceber melhor a preocupação na voz dele.

    —Nada de mais. Só converse comigo pode ser sobre qualquer coisa.
    Pedi sabendo que ele não insistiria, não por telefone.

    —Sobre o que você quer que eu fale?
    Pensei um pouco antes de falar.

    —Pode ser sobre os seus negócios. —Se existia um tema que me dava sono era quando ele começava a falar sobre os negócios dele, eu não entendia nada.

    (Cont....)
    Notas Finais/Avisos
    Uma perguntinha sobre essa distancia da mãe como vocês lidariam se estivessem no lugar da Bella?
    Me perdoem os erros eu reli o capitulo, mas sempre alguma coisa passa.
    Me deixem saber o que acharam do capitulo? Comentem me deixem saber o que vocês acharam. Recomendações? Favoritos?
    Então e isso. Volto em breve. Obrigada pelos comentários no capitulo anteriores.
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    16/05
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