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  • 28 julho 2017

    Amor Não Olha Idade - Capitulo 23


    Isabella Swan

    Comemorei em êxtase quando eu acordei e percebi que estava sozinha, eu não suportaria ela mais um dia em casa bancando a mamãe e empatando minha saída. Eu estava morrendo de saudades do Edward, ele tinha acabado de chegar de viajem e o máximo que tínhamos feito foi falar por telefone.
    Abri a janela da cozinha enquanto esperava que as torradas que eu fazia ficasse prontas e percebi que o tempo estava horrível, bem escuro, as nuvens carregadas, provavelmente estava bem frio, o aquecedor dentro da casa não me deixava sentir  temperatura real. Fiz uma cara feia para o tempo e fechei a janela não deixaria que aquele tempo horrível estragasse meu humor.

    [...]

    Entrei no quarto e fui direto ao lugar em que meu telefone estava carregando. Peguei e disquei o numero do Edward, ele atendeu no segundo toque.

    —Oi amor.

    —Oi.

    —Está trabalhando? —Perguntei, queria muito passar meu dia com ele.

    —Não tirei o dia pra descansar.

    —Hum. —Fiz charme não queria me oferecer pra passar o dia com ele queria que ele chamasse.

    —Sua mãe ainda está em casa?
    Abri um sorriso maior que a cara ao responder.

    —Não ela foi trabalhar.

    —Vem passar o dia comigo. — Meu sorriso aumentou mais ainda, era bom saber que ele me queria com ele.

    —Daqui a uma hora estou ai.

    —Estou te esperando.

    [...]

    Mesmo que ele tivesse se oferecido para me buscar eu achei melhor ir ao encontro dele de taxi eu já tinha dado mole não queria pisar na bola de novo, porque imagina se minha mãe descobre com certeza ela iria ferra tudo, doutora Reene com certeza não reagiria como meu tio ela provavelmente nem me deixaria explicar.

    O taxi me deixou em frente ao prédio, as ruas estavam bem menos movimentadas do que de costume para um sábado por causa do frio insuportável eu só esperava que não tivesse nenhuma tempestade por mais que fosse legal ficar presa ali com ele.

    Cumprimentei o porteiro e subi direto, eu não precisava ser anunciada e nem de tocar a campainha já que eu tinha a chave e minha transitação pelo prédio era completamente liberada. O elevador tinha subido rapidamente os treze andares e eu entrei tentando não fazer muito barulho queria pegar ele de surpresa e eu tinha a estranha curiosidade de descobri o que as pessoas faziam quando estavam sozinhas. Mas ele não estava fazendo nada demais, provavelmente eu não tinha sido tão silenciosa quando imaginei que estava sendo já que ele olhava pra entrada assim que eu entrei. Ele estava sentado na sala com o notebook sobre o colo e alguns papeis organizados em pilha que estavam arrumadamente colocados ao lado dele no sofá. Involuntariamente fiz um biquinho,eu certamente não queria disputar a atenção dele com aqueles papeis.

    —Oi.
    Entrei e tranquei a porta, mas por costume do que qualquer outra coisa o prédio tinha segurança e ninguém entraria ali sem que fosse anunciado antes.

    —Oi.
    Caminhei até ele, peguei o notebook pela tela e me sentei no lugar dele fechando o aparelho logo em seguida.

    —Eu não tinha salvo.
    Ri de forma travessa sem nem ligar se ele tinha ou não salvado o documento, o que eu tinha certeza era que eu não iria disputar a atenção dele com o trabalho.

    —Sinto muito. —Era claro no meu tom de voz que eu realmente não sentia nem um pouquinho. Mas pelo sorriso que ele direcionava a mim ele sabia disso e não estava ligando nenhum pouco. Ele me puxou pra ele colando nossas bocas, iniciando um beijo calmo e lento. Me afastei ofegante quando o ar se fez necessário.

    —Estava com saudades de você.

    —Também.
    Encarei os olhos dele em busca de algo que nem eu mesma sabia o que era, estar ali me trazia uma sensação reconfortante de volta ao lar, eu me sentia segura, protegida e principalmente amada. Não sei quanto tempo ficamos ali nos encarando, ele me encarava com a mesma intensidade. Mas em algum momento algo o fez quebrar nosso olhar.

    —Então o que quer fazer?
    Era estranho, mas eu só queria ficar ali agarrada nele, sem fazer nada.

    —Nada.

    —E como é que se faz nada? —Claramente ele estava debochando de mim.

    —Sem graça, eu só quero ficar aqui quietinha, não precisamos fazer nada.
    Deitei minha cabeça no peito dele e apreciei o carinho que ele começou a fazer no meu cabelo.

    —Que tal um filme? Pode ser uma boa forma de não fazer nada?

    —Pode ser. Por mas que nada é nada.
    Ele riu.

    —Não tem como você ficar fazendo nada. Você está sempre fazendo alguma coisa, mesmo que você ache que não esteja fazendo então quando você acha que não está fazendo nada você está fazendo alguma coisa.

    Não adiantava discutir porque eu podia apostar que ele só estava fazendo isso para me ver irritada, eu não sei qual era a graça de me irritar. Percebendo que eu não retrucaria ele pegou o controle, que mais parecia um tablet e começou a mexer na luxuosa televisão. Colocou na netflix, que eu o fazia pagar, e me passou o controle.

    —Algo especifico? —Perguntei mesmo tendo certeza que a resposta seria não, normalmente eu escolhia o que veríamos, ele pouca vezes gostava de opinar sobre o que víamos. Sempre aceitava o que eu escolhia sem reclamar.

    —Surpreenda-me.
    Revirei os olhos e comecei a passar pelos títulos, quando meus olhos fixaram naquela capa maravilhosa, mesmo que eu já tivesse visto o filme seria interessante assistir aquele filme com ele, e ele mesmo que tinha pedido para eu surpreendê-lo. O filme começou e eu não consegui conter o riso que escapou pelos meus lábios, com certeza minha atenção estaria mais nele do que no filme.

    —Sinto que você está aprontando alguma coisa.
    Ele levou a mão na altura do meu abdome fazendo cosquinha em mim.

    —Para. —Reclamei e usei meu cotovelo para afastá-lo. —Preste atenção o filme já está começando.

    —Sobre o que é esse filme. —Ele perguntou enquanto eu me ajeitava no colo dele tirei meu casaco mais pesado permanecendo só com um mais fino, ali dentro do apartamento estava quentinho. Eu de forma nenhum diria realmente sobre o que era o filme.

    —E um história de...amor. —E era minha consciência estava limpa eu não estava mentindo.

    —Hum.
    Ele não era nada ligado em filmes, o pouco que ele sabia era o que eu mostrava a ele então era bem certo que ele nunca tivesse ouvido falar de cinqüenta tons de cinza.

    Em algum momento do filme ele tirou aqueles papeis do sofá e deitamos, mesmo que eu também tivesse assistindo o filme minha atenção era mais as reações dele do que qualquer outra coisa. Eu queria ver principalmente como ele reagiria às cenas de sexo que o filme tinha, sabia que ele não iria transar comigo ele já tinha deixado claro diversas vezes, mas eu adorava provocá-lo. Quando a primeira cena de sexo o começou ele me olhou seriamente e perguntou:

    —Isso é um filme pornô?

    —Não.
    Ele respirou fundo e eu consegui conter o riso.

    —Tem certeza? —Ele apontou pra tela onde acontecia a primeira cena de sexo do filme, a música que tocava embalando a primeira vez deles era linda.

    —Absoluta esse filme tem classificação R(restrita). —Restrita não era a maior classificação que um filme podia ganhar.

    Ele revirou os olhos e sem acreditar e mim, pegou o controle e acessou as informações do filme confirmando o que eu tinha falado.

    —Isso é um absurdo, eles estão fazendo sexo abertamente como esse tipo de filme não ganhou uma classificação mais adulta.

    —Deixe de ser antiquado Edward. —Fingi voltar minha atenção a tela, não iria entrar em uma discussão com ele. Até porque o objetivo da escolha do filme não tinha sido esse.

    —Ok chega disso.
    Não acreditei quando ele tirou o filme.

    —Porque você fez isso? — Sim eu estava claramente ofendida, ele me julgava tanto pela minha infantilidade e às vezes conseguia ser mais infantil do que eu.

    —Esse filme é ridículo e outra isso ai pra mim é putaria. Eu falei para assistirmos um filme e não isso.

    Bufei, ele só podia está de brincadeira, qual era o problema de ver uma cena de sexo, casais não fazem isso.

    —Você está sendo ridículo.

    —Você foi ridícula em escolher esse filme. E chega desse assunto.
    Antes que eu conseguisse rebater o que ele tinha dito ele me puxou para um beijo me calando da melhor forma possível.

    [...]

    Tínhamos passado bastante tempo namorando no sofá, até que a fome bateu e agora ele estava preparando algo para comermos já que eu na cozinha era uma completa negação. Eu observava admirada como ele se movia rapidamente pelo amplo espaço da cozinha enquanto cuidava das panelas no fogo. O cheiro que tomava conta de todo o ambiente era maravilhoso, eram poucas as vezes que ele cozinhava, mas quando o fazia era de comer rezando.

    —Você vai passar a noite aqui?

    —Não sei, não vi minha mãe sair então não faço idéia da hora que ela vai chegar, eu vou precisar ir a minha casa checar.

    —Eu levo você.
    Concordei com a cabeça e ele me ofereceu um pouco do molho para que eu pudesse provar. O sabor estava maravilhoso.

    —Serio isso está muito bom.
    Ele abandonou as panelas e foi até um dos armários e pegou duas taças e colocou no meu lado em cima do balcão em que eu estava sentada. Foi até uma pequena adega que tinha ali e pegou um vinho.

    —Isso é apenas uma pequena exceção. —Ele disse antes deixar que o vinho preenchesse a taça. Ele tinha me feito prometer que eu jamais beberia, mas acontecia que de vez em quando ele abria uma pequena exceção e deixava-me quebra minha promessa. O gosto era muito bom, completamente diferente da bebida que eu bebi no meu primeiro porre e da cerveja que eu tinha experimentando em outra ocasião.

    —Devo agradecer?—Me referi a exceção, eu tinha uma lista de diversas formas que eu poderia agradecê-lo e um obrigado não entrava nessa lista. Ele percebeu minha intenção.

    —Não começa.
    Eu sabia que se eu continuasse insistindo logo, logo ele deixaria de ser chato e cederia ao que nos dois queríamos. Não tinha sentindo, dezoito era só um numero e eu tinha certeza que não teria nenhuma mudança tão significativa em completar aquele numero aquilo era uma bobagem dele. O que ele achava que aconteceria quando eu completasse dezoito? O que mudaria? Eu tinha certeza absoluta que nada mudaria principalmente o que eu sentia por ele. Mas eu sabia que não adiantava tentar convencê-lo com palavras e a única forma que eu via de faze ele muda de idéia era seduzindo-o e eu faria isso.

    [...]

    Já era noite quando eu voltei para casa, e mesmo ficando presa naquele apartamento o dia inteiro eu tinha me divertido mais do nunca, eu sentia falta de passar um tempo só com ele assim, sem problemas, sem medo. Já era noite e quando ele estacionou o carro na esquina da minha casa, ali era o mais próximo que ele podia chegar, era perto o suficiente para ele me observa enquanto eu continuava a curta caminhada até a minha casa e longe o suficiente para que se alguém tivesse vendo da minha casa não conseguisse nos ver. Inclinei-me pra ele e o beijei afoitamente, mesmo que tivéssemos passado o dia todo juntos não parecia o suficiente.

    —Te amo. —Eu disse antes depois de afasta meus lábios do dele.

    —Eu também te amo garota levada. —Ele disse e me puxou pra outro beijo e com a mesma rapidez que tinha me aproximado ele me afastou. —Agora vá e volte rápido.

    Cont...
    Notas Finais/Avisos
    Então e isso. Volto em breve. Obrigada pelos comentários no capitulo anterior. Posso pedir uma coisa especial? Sim? Tem certeza? Então tá, divulguem a fanfic aos amigos e os convide a conhecer a história, por favor!!!

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