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  • 12 agosto 2017

    Amor Não Olha Idade - Capitulo 25



    Tanya Denalli Cullen

    —Alô.

    Olhei em volta garantindo que eu estava sozinha, eu estava trancada no que um dia foi o escritório do Edward e agora não passava de uma biblioteca que ninguém usava. Fixei meus olhos na janela observando a paisagem do lado de fora, o jardim da minha casa.

    —Aqui é Tanya Denali Cullen.

    —Senhora Cullen em que posso ajudar?

    —Eu preciso de algumas informações novas.

    —Claro.

    —Quero que descubra tudo sobre Isabella Marie Swan e principalmente sobre os pais dela eu preciso da melhor forma de falar com eles. —Eu tinha demorado dois meses para ter certeza de que a decisão que eu iria tomar era a certa, mas agora que eu tinha certeza eu iria até o fim.

    —Sim senhora. Farei isso o mais breve possível.

    [...]

    Entrei naquela espelunca que o detetive chamava de escritório, eu poderia ter procurado alguém que tivesse um pouco mais de classe para esse trabalho, mas eu precisava ter certeza de que o Edward não saberia antes da hora e se eu procurasse outro eu corria o risco de tudo sair do meu controle. A decoração daquele local era decadente, marrom dominava todo o ambiente, fosse vindo da madeira que era usada nos moveis e no chão ou da tinta também marrom que coloria as paredes, parecia que alguém gostava muito de marrom até as cores do estofado era marrom.

    —Eu vim ver o senhor Jenks. —Disse para a mulher atrás do balcão, que lembrava uma recepção. Ela devia ter uns sessenta anos, os cabelos já brancos a pele do rosto assim como as da mão já enrugada, usava uns óculos que eu podia garanti que nunca tinham estado na moda e vestia uma roupa típica de secretaria na cor marrom realmente eu não entendia a necessidade de tanto marrom eu e minha roupa branca ali se destacava muito era como se eu estivesse vestindo verde fluorescente.

    —A senhora é? —Ela perguntou pegando o aparelho de telefone, pronta para me anunciar.

    —Tanya Denali Cullen.

    Ela anunciou minha presença e depois de trocar mais algumas informações me conduziu até o pequeno escritório. Ela abriu a porta pra mim e me deu passagem fechando a porta assim que eu estava lá dentro.

    —Olá senhora Cullen.

    —Olá Senhor Jenks.

    —Que honra ter a senhora aqui. — Ele se levantou a passos rápidos e caminhou até mim.

    —Não imaginei que fosse a ver novamente. —Quis responder que nem eu queria está ali, mas me contive. J.Jenks era um homem por volta dos cinqüenta anos que eu tinha certeza de que queria se enfiar dentro da minha saia o que de forma nenhuma eu permitiria, mas sendo ele um detetive e eu precisava dele para completar minha vingança.

    —Então conseguiu o que eu pedi?

    Ele riu, senti minha espinha gela com a risada dele tudo que eu queria naquele momento era sair daquele lugar minha conhecida intuição feminina dizia que aquela cara não era flor que se cheire e eu devia me manter o mais longe possível dele.

    —Claro que sim. —Ele deu a volta na mesa e caminhou até a sua cadeira se sentando nela. —A situação dos pais dessa menina é bem complicada, então os pais são Renée e Charlie e vivem em uma situação complicada, Charlie abandonou a família quando pensou que a situação da rede de hospital que ele era dono estava a beira da falência usando a desculpa de que estava ingressando nos médicos sem fronteiras, o que realmente eu não acredito que ele tenha feito já que ele foi o principal responsável pela falência do hospital já que mensalmente ele desviava dinheiro do hospital para uma conta em um paraíso fiscal alguém que tenha roubada a quantia que ele roubou não estaria ajudando criancinhas na áfrica, já a mulher se viu abandonada com um patrimônio a beira da falência que se tornou responsabilidade dela e uma filha pequena para criar, como posso dizer? Entre o patrimônio e a filha ela escolheu o patrimônio conseguiu tirar o hospital de um buraco que nem os melhores administradores do mundo conseguiriam tirar hoje ela é uma mulher extremamente rica, mas tem sérios problemas de relacionamento com a filha.
    Era muita coisa para absorve, mas o principal era que se a mulher tinha problemas de relacionamento com a filha só provava que a probabilidade dela se quer saber que a filhinha dela era a nova cadelinha do meu marido eu precisaria ter muita calma ao me aproximar dela para descobrir qual era a melhor forma de contar de um jeito que pudesse acabar com esse relacionamento entre a filha dela com o meu marido ou no mínimo atrapalhar-los, o que eu faria com o Edward veria a seguir.

    —Eu posso encontrá-la aonde?

    —Onde mais seria? — Ele não esperou que eu respondesse. —No Swan Medical Center.
    Parei alguns segundos sem realmente ter certeza de que eu tinha ouvido certo, Swan Medical Center? Aquele era um dos principais hospitais do mundo, eu mesma me consultava lá, referencia em diversas áreas eu nunca iria ligar o sobre nome daquela menina aquele império se ele era herdeira daquilo só podia significar que ela não estava com meu marido por dinheiro a cada segundo eu tinha mais certeza de que ela estava apaixonada por ele e ele a estava usando, só podia ser isso ganância o Edward sempre foi ganancioso, sempre querendo e desejando mais esse devia ser o que levava ele a estar com aquela garota que nada se encaixava nos gostos dele.

    —Ok muito obrigado.
    Levantei-me sem nem me preocupar em me despedir eu precisava começar a colocar meu plano em pratica e não esperaria nem mais um segundo.

    [...]

    Entrei naquele gigantesco e luxuoso hospital torcendo para que ela estivesse ali, pensando de uma forma mais coerente eu devia te completado meu questionamento ao detetive e saber os horários que a mãe daquela menina estaria ali, mas agora era tarde e a única coisa que eu podia fazer era contar com a sorte.

    Fui direto a recepção.

    —Olá. —Disse a recepcionista com um falso sorriso direcionado a mim. —Em que posso ajudar?

    —Eu preciso falar com a Senhora Renée Swan.
    Dediquei a ela meu melhor sorriso, sabendo que não seria tão fácil.

    —Doutora Swan. —Não acreditei com a audácia dela em me corrigir. —A senhora tem hora marcada?

    Perguntou ela digitando algo na tela do computador, respirei fundo mostrando-a meu desagrado eu gostava que as pessoas prestassem atenção enquanto eu estava falando.

    —Infelizmente não, mas é um assunto do interesse dela.

    A mulher teve capacidade de revirar os olhos pra mim me contive para não perde a posse eu era a merda de uma Cullen eu nunca tinha sido tratada assim e não permitiria que uma funcionariazinha qualquer o fizesse.

    —A senhora precisa marca um horário. —Ela tirou os olhos da tela do computador e remexeu em alguns papeis na mesa e me entregou um panfleto do hospital. —Aqui está todas as formas de contato a senhora pode está entrando em contato e solicitando um horário, mas já adianto que a agenda da doutora Swan e bem exclusiva.

    Olhei para aquele papel com total desagrado, quem ela achava que eu era pra entrar em contato para ficar solicitando horário.

    —Eu não vou ligar pra marca nada e acho bom você pegar essa droga de telefone e anunciar que Tanya Cullen está aqui e que eu preciso falar com a sua chefa caso contrario as conseqüências para você mocinha serão bem trágicas.

    Ela me olhou claramente assustada, sim eu sabia assustar quando necessário e sim ligando ou não ela sentiria o poder do meu nome eu iria destruir qualquer chance de emprego daquela coisinha na minha frente eu só precisaria primeiro termina meu plano e depois eu me dedicaria a acabar com ela.

    —Ande. —Disse um tom mais alto causando um leve sobressalto nela.

    —Ok eu vou ligar para a secretária dela.
    Dei meu melhor sorriso, olhei ao redor observando se alguém tinha percebido meu pequeno ataque e não a recepção daquele lugar estava bem vazia um luxo que um hospital daquele porte oferecia dificilmente alguém que fosse atendido ali esperava mais do que o necessário, como paciente, eu sabia.

    Observei enquanto ela trocava algumas informações com a outra pessoa da linha, a ligação foi rápida e ela se voltou a mim.

    —A secretária dela vai recebe - lá. —Claramente ela só tinha passado o problema a alguém com mais autonomia do que ela o que não era o que eu tinha ordenado que ela fizesse, mas que por hora serviria. —Aqui senhora.

    Peguei o pequeno papel com o código do elevador que me levaria ao meu destino e virei às costas para aquela inconveniente secretária com certeza minha mãe estaria se revirando no tumulo diante da minha pequena garfe pra ela eu necessitava ser educada diante de qualquer situação e com qualquer pessoa, mas meu papai com certeza estaria bem feliz eu estava agindo exatamente como ele agiria como uma Denali legitima reagiria.

    [...]

    Encarei a bonitinha na minha frente que estava repetindo exatamente as mesmas palavras da outra recepcionista, eu estava realmente cansada daquele showzinho de falso poder. Virei às costas pra ela e antes que ela pudesse se quer desconfiar das minhas reais intenções e segui rapidamente entrando na única porta que tinha naquele andar.

    A mulher por traz da mesa encarou a secretária com uma expressão totalmente surpresa, sim a menina tinha sido audaciosa a ponto de me seguir.

    —O que isso senhorita Cristina.

    —Eu sinto muito eu disse a essa senhora que ela teria que marca um horário, ela simplesmente me enganou e entrou, eu... —Ela se calou diante da expressão da mais velha.

    —Conversaremos depois. Agora a senhora o que quer aqui?

    —Preciso falar com você e um assunto do seu interesse.

    —Não vejo o que poderia me interessar vindo da senhora.
    Qual era o problema das pessoas daquele hospital eles realmente não sabiam quem eu era ou só estava fazendo aquilo para me provocar, eu compraria algumas ações daquele lugar só pra poder acabar com algumas daquelas pessoas.

    —E sobre sua filha a menos e claro que isso não te interesse. —Provoquei, se aquele detetive tivesse certo ela tinha serio problemas com a filha. E observei calmamente a expressão dela mudar rapidamente para preocupada.

    —O que tem a Isabella?

    —Em particular, por favor. —Eu disse apontando para a secretaria que ainda estava ali.

    —Nos deixe sozinha Cristina.

    Foi impossível conter meu sorriso vitorioso observei satisfeita a secretária sair da sala nos dando privacidade. Assim que ela estava fora observei a melhor a mulher atrás da mesa, ela não se parecia em nada com a filha os cabelos era um loiro mel, olhos azuis. Concentrei-me buscando qualquer sinal nela que se assemelhasse a filha, mas nada, elas não tinham nada em comum.

    —Eu não tenho muito tempo. —Ela disse, e mesmo que ela não tenha oferecido caminhei até ela e me sentei em uma das cadeiras dispostas na frente dela.

    —Sua filha é amante do meu marido.

    Ela simplesmente riu e naquele momento eu fechei totalmente minha expressão não era possível que ela soubesse e concordasse com aquilo de todas as hipóteses aquela nunca passou pela minha cabeça.

    —Eu acho que você está enganada.

    Foi minha vez de ri então ela realmente não sabia.

    —Sua filha é Isabella Marie Swan não é? —Pela cara dela ficava claro que ela não iria responder, mas que a resposta era sim. —Então eu não estou enganada. —A observei engoli em seco.

    [Cont...]





    (Cont...)
    Notas Finais/Avisos
    Estou conseguindo postar um capitulo por semana então queria saber pra vocês qual é o melhor dia para atualizar a fanfic?

    Então e isso. Gostaram?
    Volto em breve.
    Obrigada pelos comentários no capitulo anterior.
    Posso pedir uma coisa especial?
    Sim? Tem certeza?
    Então tá, divulguem a fanfic aos amigos e os convide a conhecer a história, por favor!!!


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    12/08
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    2 comentários:

    LETRAS - Língua Espanhola Licenciatura disse...

    MORGANA ADOREI ESSE CAPITULO QUERO VER A REAÇÃO DE Reene

    Morgana Salvatore disse...

    Fico feliz que tenha gostado.

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