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  • 15 agosto 2017

    Amor Não Olha Idade - Capitulo 26



    Isabella Swan

    —Amor cheguei. —Gritei passando pela porta de entrada do apartamento dele, desde que ele tinha se separado nosso relacionamento tinha se tornado algo mais parecido com um namoro, não sei não tinha acontecido nenhuma mudança física, eu ainda era virgem e ele sempre parava quando as coisas começavam a esquentar, mas era... Eu não sei explicar, poderia ser só algo psicológico por eu não ser mais a amante.

    A Mulher dele ainda estava enrolando para assinar os papeis e ele já tinha conversado comigo alguns dias atrás que provavelmente teria que passar para o litígio, o que até então eu não fazia idéia do quão problemático era uma separação assim. Eu ainda me sentia mal toda vez que eu pensava na situação em que eu tinha me colocado eu nunca me orgulharia de ser a amante, mas naquela época me pareceu a única opção.

    —Estou aqui no quarto. —Respondeu ele não gritando, mas em um volume que permitia que eu escutasse.

    Caminhei até lá, coloquei só a metade do corpo dentro do quarto observando o que ele estava fazendo, ele estava terminando de abotoar a calça.

    —Depois eu que demoro pra ficar pra me arrumar.

    Ele gargalhou entrei no quarto e fui até ele colando meus lábios nos dele, ele me puxou pela cintura aprofundando o beijo me afastei quando já estava sem ar.

    —Eu comecei me arrumar a dez minutos atrás em compensação já vai fazer duas horas que eu te liguei e que você falou que já estava terminando. —Ri, ele passou a rala barba pelo meu pescoço provocando arrepio pela minha pele.

    Era bom ele me conhecer tão bem senão ele teria ficado esperando bastante tempo quando eu liguei pra ele eu ainda estava escolhendo minha roupa.

    —Mas eu já estou aqui e você nada. —Provoquei dei um tapinha no peito dele e me afastei me sentando na cama para espera ele termina de se vesti. —Aonde a gente vai? —Perguntei observando a roupa dele, uma calça jeans e uma blusa de manga cumprida verde com sapato social completando o look, ele mesmo estando simples era muito bonito eu jamais daria 48 anos a ele.

    —Vamos jantar fora. —Olhei pra ele e depois pra mim, com certeza ele me levaria a um lugar caro e meu vestido simples com toda certeza era completamente impróprio para qualquer que fosse o lugar que ele escolhesse.

    —Por que você não me avisou antes? — Perguntei, eu tinha que começar a me acostumar que agora podíamos sair e que nossos encontros não se resumirão somente a aquele ambiente por mais que ainda tivéssemos que ter cautela, minha mãe ainda não sabia e nem a Cam então até que decidíssemos a melhor forma delas saberem tínhamos que ter só um pouco de cautela. Já tínhamos conversado sobre se era bom contar agora a elas, mas concordamos que era melhor espera que eu complete meus dezoito anos, o que seria dali a poucos meses e assim ele também já estaria legalmente divorciado. Por mais que eu tivesse medo da reação da Camila não poderíamos nos esconder pra sempre e se ela fosse realmente minha amiga ela faria um esforço para entender meu lado, mas eu sabia que não seria tão fácil pra ela e como amiga dela eu já estava me preparando para aceitar qualquer que fosse sua reação.

    —Você já jantou? — Perguntou sem dá muita atenção ao meu drama foi até o closet e pegou um relógio, relógio era uma coisa inútil atualmente se a pessoa queria ver as horas podia fazer isso no celular, mas eu não diria isso á ele provavelmente ele rebateria dizendo algo relacionado a minha idade.

    —Não.

    —Então qual é o problema?

    —Edward olha a minha roupa.

    —O que tem sua roupa? Pra mim você está linda e é isso que importa.

    —A claro porque ninguém vai ficar reparando eu com um vestido desses.

    Ele bufou e revirou os olhos:

    —E quem liga para as outras pessoas.

    Preferi não discutir sabia que não daria em nada ele nunca me escutava e os argumentos dele sempre eram muito bons.

    [...]

    Provavelmente já prevendo o quão desconfortável eu ficaria ele tinha feita a reserva em um restaurante que tinha algumas salinhas privadas onde podíamos jantar só nos dois sem ninguém ficasse reparando na minha roupa o que se jantássemos no salão era o que iria acontecer.

    O restaurante que ele tinha escolhido era um dos preferidos da minha mãe, sempre que saiamos pra jantar era naquele lugar e eu nunca tinha se quer desconfiado que existia aquilo de salinhas privadas.

    Já tínhamos feito nossos pedidos e estávamos aguardando enquanto tomávamos um vinho que ele tinha escolhido.

    —Vai dormi lá em casa?

    —Não minha mãe chega hoje.

    —Que bom. —Ele realmente parecia aliviado.

    —Está com medinho? —Provoquei, nossa ultima noite tinha sido quente. Eu sentia que ele estava a ponto de ceder o que nossos dois queríamos.

    —Por favor, aproveite que eu estou sendo romântico e pare com isso eu já falei que não e é não. —Fiz beicinho diante das palavras dele. —Sem beicinho, eu te amo.

    Ele pegou minha mão sobre a mesa fazendo ciclos sobre as costas da minha mão.

    —Eu também te amo. —Não adiantava negar o inevitável.

    [...]

    Já tinha passado da meia noite quando ele me deixou em frente a minha casa, mesmo que pudesse levantar suspeita da doutora Renée ele preferiu arriscar por medo, já era tarde e ele julgava eu fazer aquela pequena caminhada poderia ser perigoso. Quando estava chegando perto da minha casa eu troquei de banco indo pra trás.
    Ele parou em frente a minha casa.

    —Posso te dar um beijo antes de descer? —Perguntei, ele tinha elaborado uma desculpa pra que minha mãe não desconfiasse, eu só precisaria dizer parte da verdade no caso que o pai de uma amiga me trouxe, mas segundo ele para sustentar aquela meia verdade não poderíamos demorar muito nos despedindo, afinal já tínhamos feito isso no estacionamento do restaurante.

    —Rápido garota.

    Inclinei-me e colei meus lábios nos dele, ele aprofundou o beijo, mas rapidamente se afastou.

    —Agora vá logo antes que eu mude de idéia e te leve para nossa casa. —Eu não devia gostar tanto do quanto isso soava, mas era impossível conter meu coração que disparava a cada declaração dele.

    —Então eu acho que eu posso ficar mais um pouquinho aqui. —Voltei meus lábios para os dele, eu simplesmente adorava provocá-lo.

    —Não dificulte as coisas pra mim, por favor.

    Desisti com um suspiro não queria ser culpada mais uma vez por dar um mole, não agora quando estava faltando tão pouco para que pudéssemos nos assumir não precisaria dá doutora Swan ferrando tudo.

    —Tchau seu chato.

    Abri a porta e sai sem conseguir escutar o que ele tinha respondido, mas tendo certeza de que era só uma resposta a altura ao que eu tinha dito. Já do lado de fora acenei para o carro que rapidamente arrancou. As luzes da entrada e da sala estavam ligadas o que me dizia que a fera estava me esperando tanta coisa pra fazer no dia de folga dela e ela perdia tempo me esperando.

    Conectei a chave na maçaneta e abri a porta entrando na sala bem iluminada.

    —Boa noite.

    Cumprimentei diferente do que eu esperava ela estava de costas pra mim olhando a janela bebendo Uísque, eu conhecia aquela bebida o Edward vivia bebendo. Devia ter acontecido algo muito grave para ela está bebendo eu nunca tinha a visto bebe antes.

    —Onde você estava?

    Respirei fundo com a resposta que eu daria a ela já previamente decorada.

    —Estava com minhas amigas?

    —Que amigas?

    —Minhas amigas. —Dei de ombro e tranquei a porta, depois deixando colocando no potinho em que colocávamos as chaves.

    —Vou pergunta de novo. Que amigas?

    —Adianta eu falar os nomes dela se você não às conhece? —Joguei criticando o fato dela não saber nada da minha vida. —Mas já que você insiste eu estava com a Alice e a Jessica. —Disse sabendo que eu podia contar com aquelas duas para confirmarem minha mentira.

    —Alice Brandon e Jessica Stanley? —Me surpreendi por ela saber os sobrenomes das duas.

    —É? —Soou como uma pergunta.

    —Foi uma pergunta?

    —Não. —Menti, eu estava me tornando uma mentirosa profissional. —Terminou o interrogatório posso dormi agora?

    —Quem te trouxe?

    Eu não estava entendendo nada do motivo daquele interrogatório.

    —O pai da Jessica.

    —O senhor Stanley, aquele que trabalha como marceneiro e que a filha é bolsista está recebendo tão bem a ponto de ter um carro daquele.
    Engoli em seco me enrolando na minha própria mentira eu tinha esquecido completamente que a Jessica era bolsista.

    —Quando minha menininha honesta, aquela que não mentia nem mesmo pra ajudar em uma surpresa se tornou essa garota que consegue menti olhando nos meus olhos?

    —Eu não menti. —Simplesmente senti meu coração na boca.

    —Não mentiu? Então explique, por favor.

    —Eu não sei mãe, não sabia nem qual era a profissão do pai da Jessica. —Disse já dando as costas pra ela eu não podia continuar ali falando porque se não iria acabar me enrolando mais ainda. —Não fico reparando essas coisas.

    —Chega Isabella pare de mentir. — Ela gritou me pegando de surpresa. —Eu já sei de toda essa... nojeira.

    [Cont...]




    Notas Finais/Avisos
    Estou conseguindo postar um capitulo por semana então queria saber pra vocês qual é o melhor dia para atualizar a fanfic?

    Então e isso. Gostaram?
    Volto em breve.
    Obrigada pelos comentários no capitulo anterior.
    Posso pedir uma coisa especial?
    Sim? Tem certeza?
    Então tá, divulguem a fanfic aos amigos e os convide a conhecer a história, por favor!!!


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    12/08
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