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  • 26 agosto 2017

    Amor Não Olha Idade - Capitulo 28


    Isabella Swan

    Já tinha se passado dois dias que eu estava trancada naquele inferno, ela tinha me tirado qualquer contato com o mundo isso incluía desde a internet até mesmo a televisão que eu estava proibida de assistir o que me deixava mais preocupada ainda eu não sabia o que estava acontecendo, não sabia como o Edward estava, nem se ele já sabia desse circo que minha mãe tinha armado, eu não tinha nenhum conhecimento do que estava acontecendo fora daquelas paredes que se tornaram minha prisão particular. Eu já tinha tentado fugir, mas rouba as chaves dela não parecera uma boa idéia já que antes que eu conseguisse se quer entrar no quarto dela enquanto ela dormia/fingia ela abriu os olhos e simplesmente me mandou sair do quarto dela eu estava sempre de olho buscando qualquer vacilo que ela desse para que eu conseguisse fugir.

    —Isabella Swan?

    Soou como uma pergunta olhei para a porta me deparando com uma mulher que eu desconhecia.

    —Quem é você?

    —Sou a chefe da ala de psicologia do hospital, sua mãe me chamou para conversa com você.
    Era só o que faltava ela acha que eu precisava de uma psicóloga. Observei a mulher que parecia jovem demais para ser chefe da ala de psicologia do hospital a roupa dela também não condizia nada com o tal cargo que ela dizia exerce a roupa era social demais.

    —Você não e jovem de mais pra ser chefe da ala de psicologia?

    Ela riu e entrou totalmente dentro do meu quarto.

    —Idade é só um numero. —Foi minha vez de não conter meu sorriso nisso tínhamos que concorda, era isso que eu estava tentando convencer o Edward há tanto tempo.

    —Nisso eu tenho que concorda com você.

    Ela se sentou na poltrona ali, mesmo que eu não tivesse feito a bagunça eu me envergonhava de ter uma pessoa ali vendo toda aquela bagunça que a louca da minha mãe tinha feito.

    —Sua mãe acha que vai se bom conversamos um pouquinho sobre tudo que vem acontecendo com você. —Revirei os olhos era bem a cara da doutora Renée querer passar as responsabilidades dela para outra pessoa, ela tinha feito isso a vida inteira.

    —Porque ela mesma não conversa comigo? —Sabia que ela não tinha culpa dos meus problemas com a minha mãe, mas talvez minha mãe escutasse o que eu queria dizer através de uma estranha, por mais que eu tivesse certeza de que sendo aquela mulher subordinada da minha mãe ela não repetiria nem metade das coisas que eu poderia dizer a ela.

    —Porque você acha que ela pediu para que eu conversasse com você em vez dela mesmo o fazer? —Olhei pra jovem mulher na minha frente, eu sabia que tudo que eu falasse ali ela usaria para me “avaliar”, mas eu sentia tanto a falta de conversa com alguém e ela estava ali e mesmo que tivesse me respondido com outra pergunta, coisa que eu odeio, não custava nada responder ao que ela me perguntava, talvez ela conseguisse convencer minha mãe que eu era completamente ciente das coisas que eu fazia.

    Bufei e comecei mostrando para ela meu ponto de vista.

    —Eu acho que ela me culpa pela merda que a vida dela é isso sem contar que eu sou bastante parecida com meu pai ela deve me ver nele e por isso me odeia tanto, mas o mais engraçado e que ela não o odeia você precisa ver como ela fica quando ele se lembra de dar algum sinal de vida.

    A mulher da frente olhou pra menina notando como ela conseguia realmente parecer indiferente a situação, aquilo era um mau sinal demonstrava claramente que ela não se importava, fingia muito bem ou um trauma com mais intensidade do que ela julgava.

    —Então você acha que ela fez um processo de transferência? —Não entendi o que ela quis dizer com transferência, eu não entendia esses termos médicos, podia ser o que dizia ou uma coisa totalmente diferente. A outra percebeu pela expressão facial dela sua duvida e explicou. —Ela viu em você seu pai se transferiu os sentimentos negativos que sentia por ele a você?

    —Com toda certeza.

    A mulher tinha que admitir que a menina era bastante inteligente ao percebe isso sozinha a maior parte das pessoas que viviam nessa mesma situação nem mesmo entendiam o porque de tal situação, mas a garota a sua frente parecia bem adiantada.

    —E como você se sente com isso?

    —Como você acha que eu me sinto? —Reverti à pergunta, talvez por que nem eu soubesse responder.
    —E seu relacionamento com esse homem como começou?

    Eu tinha uma leve intuição de que eu não deveria falar dele com ela.

    —Começando.

    Deitei-me na cama e deixei meus pensamentos viajarem até ele, eu queria tanto saber o que estava acontecendo. Eu não conseguia entender porque ele não tinha tentado ao menos me ver, mesmo que minha mãe o tivesse denunciando eu não tinha culpa, eu não tinha feito nada. Meu maior medo naquele momento era que ele pudesse de alguma forma me culpar pelas atitudes dela.

    A mulher observou a notável mudança da menina diante da alteração do assunto, ela se sentia mal em ter mentido, mas precisava entender algumas coisas e conseguir mais provas para a acusação e só tinha duas pessoas que poderiam informa o que ela queria saber e a única acessível naquela situação estava ali na frente dela.

    —Você é medica não é? —Antes que ela pudesse responder continuei. —Você podia denunciar minha mãe ela está me mantendo presa dentro dessa casa.

    A expressão da mulher demonstrou que não era surpresa e que ela já sabia.

    —Ela só está querendo te proteger?

    —Me trancando como se eu tivesse presa?

    A mulher respirou fundo estava sendo mais difícil do que tinha julgado.

    —Eu realmente prefiro não me envolver nesse assunto, sua mãe só está cuidando de você.

    Não era possível que alguém realmente achava que aquilo se quer se assemelhasse a cuidado, aquilo era mais para controle, posse.

    —Então, por favor, saia do meu quarto. —Pedi, sendo ignorante. Eu já tinha dado confiança de mais aquela mulher e era obvio que eu não podia confiar nela, se ela ao menos se mostrasse em discordância com a situação, mesmo que não fizesse nada já seria um sinal de humanidade agora ficar impassível com aquilo eu não aceitaria alguém assim perto de mim, alguém que achava que trancar uma pessoa era sinônimo de cuidado.

    —Não concluímos ainda nossa consulta.

    —Não tem consulta alguma vou pedir de novo saia do meu quarto.

    A mulher olhou pra ela sem saber como agir, sabia que se cedesse e saísse nunca mais poderia ter a chance de conversa com a garota, mas ao mesmo tempo percebia que a menina na sua frente tinha a expressão bem decidida no rosto.

    —Ok se não vai sair saio eu.

    Sem pensar muito sai do meu quarto caminhando para o fim do corredor, ali só tinha quartos escolhi o mais afastado e entrei me trancando logo em seguida. Como todos os outros cômodos as janelas estavam fechadas com uma tranca que até antes daquela loucura da minha mãe não estava ali. Ela realmente tinha feito de tudo para que eu não saísse. Eu só queria uma chance de fugir daquele lugar e pensando nisso que uma idéia surgiu, eu sabia que só teria uma única chance e a probabilidade de que desse errado e eu não conseguisse fugir era alta, mas o que eu perderia por tentar? Era uma idéia estúpida que eu já podia ter tentado antes, peguei um vaso de planta que parecia bem pesado tirei as flores, que já estavam morrendo, e o atirei contra a janela de vidro. O barulho que fez quando o vaso acertou o vidro foi bem alto, mas eu contava com a distancia do quarto para ocultar o som o máximo possível. Não foi um buraco grande o suficiente para que eu conseguisse passar, peguei o abajur que era o que parecia ser mais resistente ali e comecei a bater contra o vidro tornando o buraco maior. Quando achei que era o suficiente larguei o objeto no chão e peguei alguns travesseiros da cama criando um suporte para que eu conseguisse altura para pular a janela sem me machucar, mas foi praticamente impossível passar por aquele buraco sem alguns cortes, eu precisei me apoiar para pular e um caco de vidro longo entrou na minha mão cortando a pele em um corte que parecia fundo, doía bastante, mas não desisti sabia que era minha única opção, depois de mais alguns cortes e eu consegui pular, o jardim da minha casa não amorteceu em nada minha queda. Agora além da mão sangrando muito eu tinha uma dor incomoda no corpo. Caminhei da forma mais silenciosa que pude até o portão dos fundos torcendo para que estivesse destrancado, com aquela mão sangrando daquele jeito seria impossível pular o muro. Em um primeiro sinal dd minha sorte o portão estava destrancado abri o trinco e fui puxando o portão calmamente, pelo tempo que ele se encontrava fechado estava fazendo um barulho terrível. Assim que consegui abertura suficiente para que eu pudesse passar eu sai sem nem olhar para trás deixando o portão aberto e correndo eu sabia que eu chamaria bastante atenção correndo com aquele corte na mão, mas eu precisava me afastar dali o mais rápido possível.

    [Cont...]

    Notas Finais/Avisos
    Estou conseguindo postar um capitulo por semana então queria saber pra vocês qual é o melhor dia para atualizar a fanfic?

    Então e isso. Gostaram?
    Volto em breve.
    Obrigada pelos comentários no capitulo anterior.
    Posso pedir uma coisa especial?
    Sim? Tem certeza?
    Então tá, divulguem a fanfic aos amigos e os convide a conhecer a história, por favor!!!


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    12/08
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